Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique

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No local da ocorrência (Foto: Bruno Henrique – Banda B)

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Gogola foi vítima de uma tocaia (Foto: Reprodução Youtube)

O superintendente Marcos Antônio Gogola da Delegacia de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, foi assassinado a tiros por volta das 11h20 no centro do município. Ele levava um preso a um consultório odontológico na rua Dom Pedro II quando foi abordado por bandidos.

Um dos suspeitos foi localizado e preso. O homem, que dirigia o carro, confessou o envolvimento no crime e apontou o nome dos outros acusados.

O crime

De acordo com as primeiras informações, os bandidos queriam resgatar o preso que estava indo ao consultório sob a escolta do superintendente. O preso que foi levado pelos bandidos foi identificado como Jhonathan Santana Cortês. Gogola estava na companhia de um auxiliar de carceragem, que também foi ferido durante durante o confronto.

Houve troca de tiros e Gogola foi atingido por um disparo no cabeça. O corpo dele está caído no meio da rua em frente ao consultório. O Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba já foi acionado e ficará responsável por recolher o corpo do superintendente.  Os bandidos fugiram em um Cerato de cor preta, que foi abandonado na zona rural de Campo Largo.

Secretario lamenta morte de “amigo”

Poucas horas após a morte do superintendente, várias pessoas e suspeitos já foram ouvidos nesta quinta-feira (5). O secretário de Segurança Pública do município e amigo da vítima, Jucelino Bayer, comentou o crime à Banda B na tarde desta quinta-feira (5) e relatou o total clima de tristeza que rondava a delegacia após o assassinato.

De acordo com ele, os dois eram amigos desde os anos 2000, quando Bayer era superintende e Gogola chefe de investigação. “Ele era mais que um irmão para mim e estamos todos em uma situação muito difícil, ele era uma pessoa muito querida e nós conversávamos sobre o caso quase todos os dias, hoje eu estou sem chão para falar qualquer coisa”, disse.

Sobre a investigação, Bayer disse que gostaria de participar de alguma maneira da investigação do caso e que já percebe um empenho diferente na resolução do crime. “A Polícia Civil quer dar uma resposta rápida para a sociedade e várias pessoas, o Cope e a Divisão Metropolitana está empenhada no caso”, concluiu.