Por Elizangela Jubanski e Djalma Malaquias

A responsável por uma Organização Não Governamental (ONG) para crianças com problemas motores encontrada na madrugada deste domingo (25) já estava morta há, pelo menos, quatro dias. Cláudia Biguetti, de 47 anos, foi morta a facadas em uma chácara da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), no bairro Contenda, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O corpo dela já estava em avançado estado de decomposição. O caso está sendo tratado como latrocínio porque o carro dela foi levado após o crime.

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Mulher foi assassinada em chácara da UTFPR (Foto: Colaboração)

De acordo com o delegado de São José dos Pinhais, Michel Carvalho, a principal linha de investigação é latrocínio, mas pode ter indícios de um homicídio. “A equipe de investigação foi até o local e constatou que o crime aconteceu há cerca de quatro dias. Ainda é cedo para afirmarmos se é, de fato, um latrocínio ou um homicídio. Como levaram o carro da vítima é uma linha de investigação a se direcionar. O assassino deixou impressões digitais e isso pode nos auxiliar”, contou à Banda B.

O corpo foi encontrado por uma mãe que levava o filho para uma consulta na chácara na UTFPR com a vítima. No local, a Guarda Municipal (GM) chegou a mencionar que a mulher tinha sido assassinada, possivelmente, por algum conhecido. “O que descobrimos até o momento é que na casa havia pertences de um homem e que havia uma pessoa aqui a ajudando com os serviços domésticos. Aqui é uma chácara da UTFPR e ela usava esse espaço para realizar o seu trabalho”, contou o guarda Pereira.

“Agora, vamos descobrir com quem ela morava, se ela se relacionava com alguém. Sabemos pela família que ela era uma pessoa bastante isolada. O importante é traçar um perfil e conseguir chegar a um suspeito”, disse. Dentro da casa, havia pertences de homem e há informações de um rapaz ajudava a vítima com os serviços domésticos.  O caso está com a Delegacia de São José dos Pinhais.

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