Da Redação

Preso suspeito de fornecer drogas em baladas de Curitiba, o motorista do aplicativo UBER, detido na madrugada do último domingo (11), já está em liberdade. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Polícia Civil, que inicialmente havia chamado uma coletiva de imprensa sobre o caso, o que foi cancelado por conta da decisão judicial.

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Motorista do UBER foi detido no domingo, mas já está em liberdade (Foto: Colaboração)

Segundo a Polícia Civil, o motorista do aplicativo se aproveitava da profissão para fazer entregas de drogas em casas noturnas na região do bairro Portão. Ele foi preso com 30 balas de ecstasy e uma pistola nove milímetros.

Guarda detido

Em outro caso relatado pela Banda B, um guarda municipal foi detido suspeito de ameaçar taxistas na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Vila Guaíra, em Curitiba, na madrugada deste domingo. De acordo com as primeiras informações, o guarda estaria aproveitando a folga para trabalhar no aplicativo Uber. Após um princípio de confusão, ele teria então apontado uma arma contra taxistas em frente à sede social do Paraná Clube.

De acordo com informações repassadas pela União dos Taxistas de Curitiba (UTC), o guarda tentou cortar a fila de táxis, o que iniciou a confusão. “Após isso, ele deu a volta na quadra e apontou a arma contra a fila de taxistas que aguardavam passageiros no evento”, disse um representante da categoria.

A Banda B entrou em contato com a Prefeitura de Curitiba, que informou que a Guarda Municipal abriu na manhã desta segunda-feira (12) uma sindicância administrativa para apurar os fatos que envolveram um integrante da corporação e taxistas neste domingo, no bairro Vila Guaíra. “A sindicância vai apurar a conduta do guarda municipal e as circunstâncias em que fez uso da arma – cujo porte fora do horário de serviço é legalmente autorizado. A previsão é que a apuração seja concluída ainda esta semana. O resultado será encaminhado à Procuradoria Geral do Município e, se for constatado algum tipo de irregularidade, o servidor responderá a processo disciplinar”, disse em nota.

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