Redação

O inquérito policial referente à morte da menina Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, que será entregue ao Ministério Público nesta sexta-feira (5) irá provar que a vítima realmente foi estuprada pelos quatro acusados presos pela Polícia Civil após confessarem o crime. A informação foi divulgada com exclusividade por uma fonte da Banda B ligada à Secretaria de Segurança Pública (Sesp) do Paraná, que garantiu que foi encontrado resquícios de sêmen dos suspeitos no corpo da menina.

Reprodução

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O desaparecimento de Tayná foi relatado em primeira mão pela Banda B depois que a mãe da garota, ouvinte da emissora, procurou a reportagem para fazer um apelo, na quinta-feira da semana passada. Quatro suspeitos confessaram o crime e mantém a versão do estupro, mas uma declaração dada pela perita Jussara Joekel, que atendeu o local de morte, trouxe perguntas sem respostas.

A perita Jussara está proibida de falar depois de ter afirmado existir indícios de não ter acontecido estupro contra Tayná. A Polícia Civil mantém a versão de que Adriano Batista, de 23 anos, Sérgio Amorim da Silva Filho, 22, Paulo Henrique Camargo Cunha, 25, e Ezequiel Batista, 22, confessaram o estupro seguido de morte.

Crime

Tayná desapareceu quando voltava do salão de beleza que trabalhava e passava em frente a um parque de diversões no bairro São Dimas, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. O trajeto dela era sempre este e, de acordo com a polícia, um dos suspeitos passou a se interessar pela garota, até o fatídico dia em que teria a abordado e estuprado, juntamente com outros três homens, todos funcionários do parque.

A informação dos suspeitos é que Tayná passou a madrugada de quarta-feira amarrada em um matagal e pela manhã os quatros a estupraram novamente e a mataram. O caso parecia caminhar para a confissão sem nenhuma dúvida, até quando a perita constatou informações contraditórias no local de morte.