Do Portal A Rede

A comunicação de um desaparecimento com posterior achado de cadáver em um rio no município de Reserva, cidade que fica a pouco mais de 100 quilômetros de Ponta Grossa, teve uma reviravolta na última terça-feira.

Miguel Lisboa, de 61 anos de idade, havia desparecido da casa em que morava com a filha, Suzana Rodrigues Lisboa, de 23 anos de idade, e o genro, José Aleixo Lemes Machado, de 33 anos idade, no final do mês de julho, um mês após deixar a prisão. Ele cumpria pena por homicídio. Um Boletim de Ocorrência sobre o caso chegou a ser registrado pelo casal na Polícia Civil.

No dia 7 de agosto, o corpo de Miguel foi encontrado enrolado em um cobertor, com uma marca de disparo de arma de fogo na altura do abdômen e uma pedra amarrada às pernas para que o cadáver não boiasse. Começava aí um trabalho de investigação, encabeçado pelo delegado Derick Moura Jorge. “Ao desconfiar da versão apresentada pelo casal sobre o desaparecimento, solicitei uma oitiva com os dois separadamente. Isso acontece nesta semana. Após algumas contradições, a mulher acabou confessando o crime”, detalhou o delegado ao Portal aRede e Jornal da Manhã.

A justificativa apresentada pela filha foi de que o crime ocorreu após uma briga entre ela e o pai. “Suzana contou que o pai era violento e que havia tentado agredi-la. O marido, presenciando a cena, pegou a arma e atirou”, contou Jorge. O revólver pertencia a Miguel e foi encontrado na casa do casal, bem como os documentos da vítima que estavam enterrados no quintal.

Os dois seguem detidos preventivamente na Delegacia de Reserva até a conclusão do inquérito.

Para ler a matéria completa no Portal A Rede clique aqui.