Um menino de seis anos foi encontrado morto dentro de uma mala na tarde de segunda-feira (25) em Barra do Piraí, no interior do Rio de Janeiro. João Felipe Eiras Santana Bichara foi executado por uma amiga da mãe dele. O crime lembra o caso de Rachel Genofre, que foi encontrada morta dentro de uma mala na Rodoviária de Curitiba no dia 9 de outubro. A diferença é que no caso do município carioca o autor do crime foi preso.

A autora do crime contra João é manicure e amiga da mãe da criança. A polícia suspeita que o a motivação tenha sido vingança. Segundo o Portal Uol, O crime chocou a população da pacata Barra do Piraí, de cerca de 95 mil habitantes. A segurança da delegacia precisou ser reforçada para evitar que a suspeita fosse linchada. João Felipe sumiu por volta das 14h30 de segunda-feira, após ser buscado na escola onde estudava, o Instituto de Educação Franciscana Nossa Senhora Medianeira, escola religiosa de classe média alta da região. O corpo do garoto estava na casa da assassina, dentro de uma mala.

Para ler o caso de João na íntegra no Portal Uol, clique aqui.

Caso Rachel

O delegado Rubens Recalcatti, da Delegacia de Homicídios de Curitiba (DH), divulgou àBanda B nesta quinta-feira (14) um novo retrato falado do suspeito de matar a menina Rachel Genofre, então com nove anos, encontrada estrangulada dentro de uma mala na Rodoviária de Curitiba em novembro de 2008.

Polícia Civil PR
Novo retrato falado de suspeito

Desde que assumiu o caso, em dezembro do ano passado, Recalcatti aprimorou as investigações e chegou a esta nova imagem. “Ouvimos outras testemunhas e chegamos até este retrato falado, que é bem diferente do anterior. Temos informações sobre o suspeito, mas trabalhamos no caso com cautela”, disse o delegado.

Segundo Recalcatti, já é certo que o crime aconteceu nas imediações da Rodoviária. “Este assassino que cometeu um ato brutal contra a menina agiu na região central mesmo, em um apartamento ou em um hotel de alta rotatividade. Estamos cuidando deste caso com carinho e em breve queremos ter novidades”, concluiu.

Investigações

Antes de caso passar para as mãos de Recalcatti, a delegada Vanisse Alice era a responsável pelas investigações. No ano passado, em entrevista àBanda B, ela afirmou que existem três hipóteses para o crime: sadismo, pedofilia ou vingança. (Relembre a matériaclicando aqui)

Palavra da mãe

Em novembro, quando o caso completou quatro anos, aBanda Brecebeu Maria Cristina Lobo, mãe de Rachel. Ela contou que não sonha mais com a menina. “Eu não sonho mais com a Rachel, perdi as lembranças, até durmo com auxílio de remédios, mas perdi a alegria de viver com a morte dela ”, informou. (Leia a matéria completaclicando aqui)

O caso

No final da tarde do dia 03 de novembro de 2008, a menina Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre deixava o Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, após o término das aulas, por volta das 17h30. O tchau dado pela garota aos colegas de classe, naquela segunda-feira, é a última lembrança que se tem de Rachel ainda viva. O corpo da garota, morta por esganaduras no pescoço, só foi encontrado dois dias depois, na noite do dia 05, dentro de uma mala abandonada embaixo de uma escada, na Rodoferroviária de Curitiba.