Redação

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Inquérito sobre morte de precisa ser entregue dia 15. Foto: Arquivo pessoal

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) recebeu um ofício na tarde desta quarta-feira (4) com um pedido para que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) acompanhe as investigações da morte da adolescente Tayná Adriane da Silva, que desapareceu e foi encontrada morta no final em junho deste ano em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. O documento foi enviado pelo Conselho Nacional do Ministério Público. O inquérito sobre o caso Tayná deve ser finalizado no dia 15 desse mês.

O Gaeco interveio no caso, até agora, somente para investigar o caso de tortura que quatro suspeitos teriam sido submetidos durante os depoimentos e suposta confissão.

Mudança

O pedido de interferência do Gaeco no caso aconteceu no mesmo dia que o Departamento da Polícia Civil anunciou que o delegado Cristiano Quintas, delegado adjunto da Delegacia de Homicídios, seria o novo responsável pela investigação do caso Tayná.

Ele será o quarto delegado a comandar as investigações, que já teve Silvan Pereira, afastado após denúncia de tortura; Fábio Amaro, da Delegacia de Pinhais; Guilherme Rangel, da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), que entrou em férias; e agora Cristiano Quintas.

Quintas foi designado pelo delegado-geral, Riad Braga Farhat, para dar continuidade às investigações do Caso Tayná. Não está descartada a possibilidade da delegado responsável pela Homicídios, Maritza Haisi, assumir as investigações no futuro