Fabrizzio morreu aos 34 anos

 

Acusado de ser o mandante da morte de Fabrizzio Machado da Silva, o empresário Onildo Chaves de Córdova II voltou a ser preso na noite desta sexta-feira (16). Ele saía do cinema de um shopping em Curitiba quando foi abordado por uma equipe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Fabrizzio era presidente da Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis e foi morto em 23 de março de 2017, quando chegava de carro em casa, no bairro Capão da Imbuia.

Suspeito foi detido na noite desta sexta (Colaboração)

O mandado de prisão preventiva foi expedido pela juíza Karine Pereti de Lima Antunes, da 1ª Vara Tribunal do Júri, baseado em um pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR). Segundo a decisão, em nenhum momento “houve revogação da prisão preventiva, mas sim adequação do caso concreto até que houvesse liberação médica, o que ocorreu em 09/02/2018”. Córdova havia tido substituição da prisão preventiva por internação em clínica psiquiátrica em regime integral até que perdurasse o tratamento.

O empresário foi preso pela Polícia Civil em abril do ano passado em um flat no bairro Batel. Onildo já foi vereador na cidade de Madirituba e era dono de quatro postos de combustíveis em Curitiba e região metropolitana. De acordo com a investigação da Polícia Civil, ele mandou matar Fabrizzio pelo valor de R$ 21 mil.

O homem que atirou contra a vítima, Patrick Jurczyszin Lenadro, e o intermediário Ronei Dulciano Rodrigues, também foram presos na ocasião.

A morte de Fabrizzio teria sido provocada justamente por conta de seu papel no combate de fraudes a combustíveis.

 

 

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