Da SMCS

Até o dia 28 de novembro, as 109 unidades de saúde de Curitiba estarão dando doses de vacina contra a poliomielite e aplicando vacina contra o sarampo. A campanha é voltada para crianças entre seis meses e 5 anos incompletos no caso da pólio e 1 ano e 5 anos incompletos no caso do sarampo. Neste sábado (08), as unidades de saúde foram abertas especialmente para esta campanha de imunização. A meta para Curitiba é imunizar 95% da população alvo, formada por mais de 100 mil crianças.

A pólio é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas tem sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovíruas e a infecção se dá, principalmente, via oral.

Em Curitiba, estima-se que 103.054 crianças tenham entre os seis meses e 5 anos incompletos e devam fazer a vacina da pólio. O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Desde então, não houve novos casos registrados e, em 1994, o país recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território.

Sarampo

A vacina tríplice viral, destinada à vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola também será aplicada até dia 28 de novembro nas crianças entre um ano e menores de 5 anos. A estimativa da Secretaria Municipal da Saúde é vacinar 90.514 crianças na capital paranaense até o dia 28. Para que sejam cumpridas todas as fases da imunização, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, rubéola e caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nas unidades de saúde.

O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. A unida maneira de prevenção é através da vacina. Os últimos casos de contágio autóctone de sarampo no Brasil ocorreram em 2000 e, desde então, os casos registrados foram importados ou relacionados à importação.