Por Luiz Henrique de Oliveira

O ministro do esporte, Aldo Rebelo, participou ao vivo do Programa Luiz Carlos Martins, na Rádio Banda B, nesta quarta-feira (14). Ele falou sobre os benefícios que a Copa do Mundo irá trazer ao país e destacou a importância da estadia da seleção espanhola no CT do Caju, do Atlético Paranaense, a partir do próximo dia 8.

“Eu calculo muito mais que 20 mil espanhóis em Curitiba, porque muitos virão de última hora. Muitos brasileiros também virão a Curitiba acompanhar os treinos da Espanha, assim como os jornalistas que devem vir para cá cobrir a estadia. Eles são os últimos campeões mundias e vem muito mais gente que os 100 mil previstos, posso garantir”, afirmou Rebelo, ao radialista Luiz Carlos Martins.

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Rebelo falou à Banda B hoje (Foto: Agência Brasil)

Rebelo destacou a importância do evento para a economia e o turismo de Curitiba. “A Copa do Mundo só trará benefícios, tanto que a Associação Comercial do Paraná faz uma campanha de valorização do evento, e não faria isso se fosse ruim. Serão 3,6 milhões de emprego em todo o país, segundo a Fundação Getúlio Vargas, e vai continuar assim até pelo menos 2019”, descreveu.

O ministro ainda comentou sobre a polêmica do dinheiro usado nas obras da Arena da Baixada, estádio do Atlético Paranaense. Segundo ele, e o valor emprestado retornará aos cofres públicos. “O dinheiro que o Atlético pegou foi mediante garantias e e o empréstimo vai ser pago. Estavam disponíveis  R$ 400 milhões e o clube pegou R$ 200 milhões”, salientou

Laudo do jogo-teste

Rebelo também foi questionado por Martins sobre a falta do laudo de engenharia da obra da Arena da Baixada, que ainda não chegou ao Ministério Público do Paraná para que o jogo-teste de hoje, entre Corinthians e Atlético Paranaense, possa acontecer. “Estava sabendo desde a semana passada e, naturalmente, o Atlético e os órgãos públicos deviam ter em conta que isso teria que ser exigido. Eu não sei quem dormiu no ponto”, afirmou.

Por fim, o ministro ainda falou sobre as possíveis manifestações que devem acontecer durante o evento. “Toda manifestação pacífica é permitida, mas se houver violência não. Sabemos das reivindicações, mas as pessoas precisam saber que para cada R$ 1 investido haverá R$ 3,04 vindo ao país do setor privado. Se a Copa não fosse boa para um país, não seria disputada por tantos”, concluiu

Ouça a entrevista completa no ícone de áudio abaixo:

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