Por Ivan Santos, do Bem Paraná

Apesar de distantes, as eleições para o governo do Estado de 2014 já acirram as tensões entre o PSDB e o PT também no Paraná, reproduzindo o que acontece entre os dois partidos no plano nacional. Nas últimas semanas, lideranças tucanas e petistas elevaram o tom dos ataques mútuos, sinalizando o que deve ser a campanha pelo Palácio Iguaçu no ano que vem.

Candidato à reeleição, o governador Beto Richa (PSDB) tem batido na tecla de que o governo federal discrimina o Paraná na distribuição de verbas, e prejudica os estados e municípios por conta das políticas de desoneração tributária que retiram recursos dos demais entes federados. Já os petistas – que têm como pré-candidata ao governo a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann – acusam a atual administração de paralisia e de copiar projetos do governo Dilma Rousseff.

Durante a semana, o líder do governo Richa na Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), bateu duro no PT, ao acusar Dilma de “fazer cortesia com chapéu alheio”, ao retirar recursos dos fundos de participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM), com a redução de alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos setores empresariais. E criticou o partido por alardear medidas como a distribuição de retroescavadeiras para prefeituras, como compensação por isso. “A presidente Dilma dá com uma mão e tira com a outra. Ao mesmo tempo que doa uma máquina que custa algo em torno de R$ 200 mil tira milhões de repasses do Fundo de Participação dos Municípios”, afirmou.

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