Pai de João descarta afogamento e acredita que filho foi levado por casal de sequestradores

Por Luiz Henrique de Oliveira

 

Já são 27 dias sem notícias. Para casos de afogamento no rio em que João Rafael Kovalski, de dois anos, supostamente caiu e se afogou, nunca um corpo demorou tanto para ser encontrado. Por este motivo, a família do garoto praticamente descarta a hipótese de que ele tenha morrido. O pai Lucas Kovalski afirmou à Banda B, nesta quinta-feira (19), que existe a suspeita de um casal envolvido em um possível sequestro do menino, em Adrianópolis, na região metropolitana de Curitiba.

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João Rafael desapareceu no dia 24 de agosto (Foto: Arquivo pessoal)

“O máximo para um corpo sem encontrado no rio foi 19 dias. As chances de um afogamento são remotas. Um eletricista amigo nosso falou que um pouco antes do João desaparecer um casal em um carro preto, com placas de Tietê, em São Paulo, passou pela região buscando informações. Nós acreditamos que eles tenham envolvimento no sumiço do meu menino”, descreveu.

Para o pai, está difícil de seguir em frente. “Nós já desistimos das buscas. Ele desapareceu no dia 24 de agosto e só encontramos o suposto boné dele e nada mais. O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) segue investigando o caso e esperamos por notícias boas”, disse.

João Rafael desapareceu no momento em que brincava no quintal da propriedade rural que morava com a família. A primeira suspeita era que ele teria caído em um rio próximo, mas sem nada encontrado esta hipótese parece a cada dia mais distante.

Quem tiver informações sobre o garoto pode entrar em contato com o Sicride pelo telefone 41-3224-6822.

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