Certamente você já ouviu falar da dieta mediterrânea como referência de alimentação saudável. Mas você conhece a dieta nórdica?

Uma revisão de estudos feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) comprovou as evidências de que tanto a dieta mediterrânea quanto a nórdica podem ajudar a reduzir o risco de doenças não transmissíveis como o câncer, o diabetes e os problemas cardiovasculares, frequentemente associados à obesidade.

Mais peixe, nenhum azeite de oliva

A dieta nórdica se baseia no consumo destes alimentos: vegetais de folhas verdes e raízes; frutas vermelhas; frutas em geral; cereais integrais, como a cevada, a aveia ou o centeio; legumes; laticínios com baixo teor de gordura; peixes, incluindo os mais gordurosos como o salmão, a cavala ou o arenque, que podem ser consumidos várias vezes na semana.
Talvez a maior diferença dos hábitos alimentares nórdicos para a dieta mediterrânea, segundo a OMS, é que no lugar do azeite de oliva, predomina o óleo de canola.

A organização afirma que, para as populações não nórdicas, os princípios desta dieta podem ser de adaptação mais fácil do que os alimentos em si.

Em termos gerais, trata-se de promover o consumo de cereais de forma integral, frutas e vegetais, já que são excluídas as gorduras saturadas.

A OMS destaca ainda o fato de que vários estudos vincularam a dieta nórdica a uma diminuição nos fatores de risco tanto para doenças cardiovasculares quanto de diabetes, apesar de ela não ter sido tão estudada como a dieta mediterrânea.

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