A Primeira Vinada Cultural de Curitiba reuniu cerca de 10 mil pessoas na tarde deste sábado (27) no Passeio Público para aproveitar intensas atividades culturais e saboreara as mais famosas barracas de cachorro-quente da cidade. O marco negativo, porém, ficou por conta da fila de mais de duas horas para se garantir um lanche, que causou a revolta de muitos participantes nas redes sociais.

Durante todo o dia, centenas de frequentadores fizeram filas para experimentar as diversas opções de preparo do sanduíche. Cada hot-dog era vendido por R$ 6, dos quais R$ 1 será destinado à Associação Amigos do Hospital das Clínicas.

O prefeito Gustavo Fruet também parabenizou o evento e ressaltou o resgate do Passeio Público como um símbolo da importância dada por sua gestão aos parques da cidade e ao meio ambiente. “Este evento teve a finalidade de mostrar que vamos dar muita atenção aos nossos parques e ao Passeio Público durante nossa gestão. É nossa intenção não parar por aqui e realizar um série de outras atividades durante todo o ano”, disse o prefeito.

Reclamações

Através das redes sociais, muitos dos participantes questionaram a organização do evento, já que algumas pessoas chegaram a demorar mais de duas horas para garantir um lanche.

“Vinada desorganizada! Filas par todos os lados, falta de refrigerante, e do principal cachorro quente! Depois de ficar 45 minutos na fila da ficha, desisti quando fui tentar buscar refrigerante e o cachorro, pois tinha que esperar mais de uma hora e meia para reporem. Sem planejamento fica muito difícil participar de eventos públicos como este!”, disse um participante.

Outra usuária do Facebook comentou a boa intenção: “A intenção foi boa, mas a organização deixou a desejar. O Passeio Público estava lindo demais com aquela gentarada, porém a estrutura não estava esperando tanta gente. Uma pena que não pudemos almoçar lá e tivemos que procurar outro lugar pelos arredores. Apoio e quero mais eventos no Passeio mas pensem melhor a distribuição de barraquinhas, mais facilidade para compra das fichas e que não falte produto para ninguém”, comentou.