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O investimento foi de R$ 42 mil

A Unidade de Saúde Santa Quitéria, que está fechada para reformas desde o último dia 18, será reaberta na próxima terça-feira (07). Foram trocados o piso, o telhado e o forro da unidade, que também recebeu nova pintura. O investimento foi de R$ 42 mil.

Essa é uma de 97 unidades de saúde que passarão por reforma em Curitiba. O secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, diz que essas obras estão sendo subsidiadas pelo governo federal, com o objetivo de reestruturar e fortalecer a Atenção Primária no Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. “É um investimento que vai levar mais qualidade e humanização ao atendimento aos usuários do SUS”, afirma.

A unidade Santa Quitéria, que é referência para cerca de 16,5 mil pessoas nos bairros Santa Quitéria e Campo Comprido, passará a atender a população com quatro equipes multiprofissionais do Saúde da Família atuando das 7h às 19 horas, de segunda a sexta-feira.

Com as mudanças no modelo de atendimento e a implantação do Saúde da Família em mais uma unidade em Curitiba, a população da região sentirá melhoras no atendimento. “É importante que cada pessoa saiba quem é o seu médico e o Saúde da Família permite esse tipo de relação mais próxima do profissional com a comunidade”, salienta o secretário. Somente neste primeiro semestre, a capital paranaense está ganhando um incremento de 44 novas equipes multiprofissionais – chegando a um total de 229 –, o que significa que 800 mil pessoas estarão sendo atendidas neste modelo. A meta da Prefeitura de Curitiba é que, até 2016, toda a população seja atendida pelo Saúde da Família.

No mês passado, a Unidade de Saúde Camargo, no Cajuru, também adotou o modelo, que até o final deste mês estará funcionando também nas unidades Bairro Alto, Eucaliptos (Boqueirão), Oswaldo Cruz e Nossa Senhora da Luz (CIC), Ouvidor Pardinho e Mãe Curitibana (Centro), e Concórdia (Pinheirinho), além da US Bairro Novo, que ganhará mais equipes.“Se a Atenção Primária funcionar bem, mais de 80% dos problemas de saúde da população podem ser resolvidos sem que seja necessário recorrer a uma unidade de pronto-atendimento ou a um hospital”, destaca o secretário.