(Foto: Reprodução)

A secretaria estadual de Saúde vai abrir uma sindicância para apurar a morte de Bruna Vinga Constâncio, de 26 anos, e de sua filha, Valentina, na madrugada do último domingo, no Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Grávida de nove meses, a mulher deu entrada na unidade na tarde de sábado. A bebê morreu logo após o parto e a mãe, horas depois.

A família de Bruna acusa o hospital, que é administrado pela OSS Iabas, de negligência. Os parentes afirmam que a mulher chegou à unidade passando mal, por volta do meio dia, mas não havia vaga, e o atendimento inicialmente foi negado. Por causa da insistência do marido da grávida, ela foi atendida por volta das 15h. Bruna tinha uma gravidez de risco por ser diabética e hipertensa e fazia o pré-natal no hospital.

Ainda de acordo com a família, a médica que acompanhava a grávida já tinha recomandado que ela fizesse uma cesariana. Mesmo assim, o médico que a atendeu tentou fazer parto normal. Como não conseguiu, partiu para a cesária. Valentina nasceu com 4,8 kg, mas morreu depois do parto. Bruna resistiu, mas teve uma hemorragia e acabou falecendo de madrugada.

— Por que o médico insistiu em fazer um parto normal se a médica já tinha recomendado que ela fizesse uma cesária? Não conseguimos entender — afirmou uma tia da jovem.

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