Do Portal UOL

Marcas de sangue na cena do crime onde morreram cinco membros da família de um casal de policiais militares, no dia 5, na Brasilândia, zona norte da capital, podem ter sido removidas antes da chegada da polícia, segundo informações da investigação. Pelo inquérito, Marcelo Pesseghini, de 13 anos, é o principal suspeito de assassinar pais, avó, tia-avó e de se matar.

SP

Morte da família ainda é um mistério (Foto: Facebook)

Uma das muitas controvérsias sobre o caso é o fato de as imagens da residência mostrarem pouca presença de sangue. A perícia apontou que o assassino pode ter feito uma limpeza, principalmente no espelho do quarto da tia-avó, Bernardete Oliveira da Silva, de 55 anos, a única que, segundo a apuração preliminar, teria recebido mais de um disparo.

Segundo a polícia, assim que os peritos começaram a fazer os exames foi aplicada uma substância chamada luminol para localizar sangue invisível ao olho humano. Os investigadores procuraram também roupas ou panos que pudessem ser usados por Marcelo para se livrar do sangue.

Uma hipótese é que ele tenha mudado de roupa e a jogado no caminho da escola. Imagens de câmeras de segurança mostram o garoto estacionado e saindo do carro de sua mãe perto do colégio, em que assistiu aula pela manhã e de onde voltou para casa de carona com o pai de um amigo, por volta do meio-dia.

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