A Sanepar iniciou neste mês obras para ampliar a rede coletora de esgoto das cidades de Pato Branco, Palmas e Clevelândia, no Sudoeste do Estado. Com recursos próprios, serão investidos R$ 2,2 milhões na construção de 20 mil metros de rede. Serão beneficiadas cerca de 2,8 mil pessoas.

De acordo com o presidente da empresa, Fernando Ghignone, estas obras fazem parte do programa de investimentos da empresa que, entre outros benefícios, prevê ampliar o serviço de coleta e tratamento de esgoto oferecido à população. “Nossa meta é contribuir para a melhoria do meio ambiente, da saúde pública e da qualidade de vida da população. Os clientes também devem fazer a sua parte, que é interligar as instalações hidráulicas sanitárias dos imóveis corretamente à rede coletora da Sanepar”, afirmou.

As obras tiveram início em Pato Branco, no bairro Jardim Floresta, onde 168 famílias serão integradas ao sistema por meio de novas ligações. O próximo bairro contemplado será o Alvorada, onde a expansão da rede vai beneficiar cerca de 400 famílias. Em Clevelândia os trabalhos também já iniciaram. Serão construídos 3,6 mil metros de rede em diversas regiões da cidade, liberando mais 150 ligações. Já em Palmas, as obras estão previstas para começar no segundo semestre de 2013.

Com o objetivo de informar a população sobre os investimentos e o uso correto da rede coletora estão sendo realizadas reuniões socioambientais nas comunidades beneficiadas. Os moradores são convidados a participar do processo, acompanhando o andamento das obras e se preparando para fazer a ligação domiciliar, somente após receberem a autorização da Sanepar.

SE LIGUE NA REDE – Assim que a rede fica pronta, técnicos da Sanepar visitam cada imóvel para informar sobre a liberação, coletar a assinatura no termo de adesão – documento que autoriza a ligação da moradia à rede de esgoto – e entregar material explicativo sobre como interligar o imóvel.

“A efetividade dos investimentos da Sanepar depende da participação da população beneficiada, que precisa fazer a ligação dentro das normas e impedir o mau uso dos equipamentos e suas conseqüências desagradáveis, como mau cheiro e refluxo”, explica o gerente regional, Aderbal Roncatto.

As normas sobre a interligação correta recomendam que as instalações hidrossanitárias sejam assentadas adequadamente e se destinem a esgotar apenas a água já utilizada de pias, chuveiros, ralos, tanques e máquinas de lavar. A água da chuva deve ser conectada à galeria de águas pluviais, mantida pela Prefeitura, e na qual estão as bocas de lobo. As instalações internas são de responsabilidade do usuário, que deve ficar atento para evitar danos e prejuízos futuros.