O secretário-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Sebastiani, e o subchefe da Casa Civil, Guto Silva, reuniram-se nesta quinta-feira (31) com dirigentes da Federação Comunitária das Associações de Moradores de Curitiba e Região Metropolitana (Femoclam) para definir parcerias que serão trabalhadas de forma conjunta entre o governo e as comunidades. A reunião alinhou as necessidades das associações de moradores de Curitiba e região metropolitana com as políticas públicas desenvolvidas pelo Estado.

Entre os assuntos debatidos estão modelos de atuação do governo nas comunidades. Uma agenda de reuniões ficou definida para o desenvolvimento do trabalho. A intenção é levar as ações para todos os municípios do Paraná. Durante o encontro também foi formalizada a autorização do governador Beto Richa para cessão de um imóvel em Curitiba para uso exclusivo da Femoclam. A área será usada como sede da Federação. A cessão do imóvel tem vigência de cinco anos, podendo ser prorrogada pelo mesmo período mediante a acordo entre as partes. Em caso de uso para outro fim, o imóvel retorna ao patrimônio do Estado.

Para Luiz Eduardo Sebastiani, a proximidade traz resultados. “O governador Beto Richa faz um trabalho nas associações de moradores desde quando era prefeito de Curitiba. Sempre estivemos juntos na construção de políticas públicas na capital, por isso essa relação é exemplo para comunidades dos 399 municípios do Paraná”, afirmou.

De acordo com Guto Silva, o governo amplia cada vez mais sua proximidade com as associações de todo Estado.

“Precisamos de um canal aberto e franco com as comunidades, encaixando as políticas públicas do governo nas aspirações das associações de bairros. Só assim teremos ações concretas, levando respostas efetivas e convincentes para os paranaenses”, afirmou.

Para o presidente da Femoclam, Nilson Elisio Pereira, a parceria com o Estado demonstra a preocupação do governador Beto Richa com os movimentos comunitários. “Após 27 anos vemos uma demonstração de respeito à Femoclam, com a cessão desse imóvel, pois as associações precisam do apoio do governo”, disse.