Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique

04.07.13-ONIBUS

Trabalhadores vão decidir às 15 horas de amanhã

Motoristas e cobradores decidem na tarde desta quinta-feira (11) na Praça Rui Barbosa, no Centro de Curitiba, se vão parar o transporte coletivo durante três horas no Dia Nacional de Luta. A assembleia entre os trabalhadores acontece às 15 horas, um hora antes da hora marcada para a paralisação, que pode acontecer das 16 horas às 19 horas.

O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região (Sindimoc), Anderson Teixeira, confirmou a informação à Banda B. Ele afirmou que os coletivos poderão parar durante essas três horas somente se a maioria dos motoristas e cobradores optar pelo protesto e pela paralisação.

Amanhã

Nesta quinta-feira acontece o Dia Nacional de Luta, com mobilizações, paralisações e greves. Os atos estão sendo programados separadamente pelas centrais sindicais. Os ônibus de Curitiba sairão das garagens, mas podem parar durante à tarde. Essa paralisação será parecida com a última, que aconteceu dia 29 de maio, onde a categoria pediu mais segurança no trabalho.

Em entrevista à Banda B, na semana passada, o presidente do Sindimoc alertou que ônibus em horário de pico não será afetado. “Estamos estudando qual será a nossa forma de mobilizar e vamos divulgar em breve até para mostrara transparência do sindicato e também para os trabalhadores que utilizam o transporte público não sejam pegos de surpresa”, explicou, em entrevista à Banda B.

O objetivo do protesto, para o presidente, é unir forças para a melhoria em setores gerais e também aos trabalhadores do transporte coletivo. “Aqui no Paraná haverá mobilizações em diversos setores acionados da Força Sindical. E o Sindimoc também vai estar mobilizado a partir das 16 horas, na Praça Rui Barbosa, onde vamos estar com os trabalhadores, apresentando a pauta deles para que chegue até o Congresso e a presidente Dilma algumas reivindicações da categoria”, explicou.

Será um protesto pela falta de atendimento das reivindicações. Segundo o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT), três anos depois de a presidente Dilma ser eleita, nada da pauta trabalhista foi cumprido. O presidente da Força garantiu que as manifestações serão pacíficas.