Por Felipe Ribeiro

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Corregedoria da Polícia Civil do Paraná, pediram nesta segunda-feira (15) a prisão de policiais denunciados por supostas torturas ocorridas nas investigações da morte da menina Tayná Adriane da Silva, de 14 anos.

O pedido foi feito junto à Justiça da Comarca de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, medidas cautelares contra os supostos envolvidos nas agressões sofridas pelos quatro presos. Em depoimento, eles disseram ter sido torturados em pelo menos quatro unidades: nas delegacias do Alto Maracanã, de Araucária, e Campo Largo, além da Casa de Custódia.

Em entrevista à Banda B, o coordenador do Gaeco, Leonir Battisti, foram 15 pedidos de prisão de pessoas que teriam participado das agressões. “O reconhecimento foi feito por imagens e mais de uma vez. Com o pedido encaminhado à juíza, agora esperamos a análise para vermos se a prisão será decretada ou não. Acreditamos que isso seja necessário para o processo”, disse.