O Ministério Público do Paraná defendeu, em nota divulgada na tarde desta terça-feira (26), as investigações do Caso Evangélico. Segundo a nota, a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde Pública da capital e o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública acompanham o inquérito policial e os elementos probatórios que constam até o momento no inquérito são considerados fortes, razão pela qual o MP-PR manifestou-se favoravelmente em relação aos pedidos de prisão e de busca e apreensão apresentados pela autoridade policial e deferidos pelo Poder Judiciário.

A investigação, conduzido pelo Núcleo de Repressão aos Crimes Contra a Saúde (Nucrisa), está sendo acompanhado com as cautelas necessárias para o esclarecimento dos casos em apuração. “Os promotores de Justiça acompanham atentamente as apurações policiais e se pronunciarão sobre o caso ao término das investigações, quando o MP-PR terá o prazo de cinco dias para o oferecimento da denúncia, conforme prevê a legislação.”

A Promotoria e o Centro de Apoio ressaltam, ainda, que os fatos investigados referem-se a situações já ocorridas, e em setor específico do hospital. Afirmam ainda que a instituição de saúde atua hoje em padrões de normalidade técnica, e que a população, como já frisado em pronunciamento anterior, pode continuar a recorrer aos serviços do HUEC, como faria em relação a qualquer outra instituição de saúde.