Redação com site Tanosite.com

MEDICO

CAPELA

Capela em que aconteceu o possível milagre (Foto: Reprodução internet)


O atestado de óbito da recém-nascida já estava preenchido. Faltavam apenas a assinatura e o carimbo do médico. O parto havia transcorrido normalmente, mas após o corte preciso no cordão umbilical, o pulmão da pequena Yasmin Gomes se recusava a funcionar. Depois de várias tentativas de reanimá-la, os médicos decretaram: “Chega de atos heróicos”. A garotinha foi colocada em uma caixa e deixada sobre o altar da capela. E lá permaneceu por três horas até que a avó materna chegou com a dona da funerária para levá-la. Neste momento, Yasmin desafiou a morte e, com alguns chutes, anunciou que estava viva.

A cena aconteceu no início da tarde desta segunda-feira, no Hospital Doutor Lincoln Graça, em Joaquim Távora. A fotógrafa Jenifer da Silva Gomes, 22 anos, moradora no bairro Asa Branca, na mesma cidade, estava grávida havia 36 semanas. O pré-natal não apontava nenhum problema com a primeira filha do casal, que tinha previsão de nascimento por volta do dia 2 de agosto. Pela manhã, Jenifer começou a sentir contrações e foi para o hospital. A menina nasceu com 2,6 quilos em parto normal. Porém, após ser desligada da mãe pelo cordão umbilical, não respondeu as palmadas do médico Aurélio Filipak.

MÉDICO

Médico não dúvida de um milagre (Foto: Luiz Guilherme Bannwart)

O médico, sem acreditar no que aconteceu, afirmou que não há uma explicação cientifica para o que aconteceu. “Foi um parto normal e difícil, porque a criança nasceu sem respirar. Tentamos por mais de 40 minutos reanima-lá, mas nada aconteceu. Nós decretamos imediatamente a morte desta menina. Cerca de três horas depois, ela voltou a respirar”, disse o médico ao repórter Juninho Queiróz, de uma rádio local. (Ouça no ícone de áudio acima)

“Posso afirmar que não há explicação cientifica para isto. Em 20 anos de medicina nunca vi algo parecido. É importante salientar, que a menina ainda correr risco de morte, por conta do tempo que ela ficou sem respirar na capela. Não posso afirmar que foi um milagre, mas não duvido”, disse o médico.

Relembre toda a história na notícia relacionada abaixo:

Bebê dado como morto ‘ressuscita’ 3 horas depois em capela no interior do PR