O lucro líquido da Copel totalizou R$ 398,7 milhões no primeiro trimestre, valor 24,7% superior aos R$ 319,7 milhões apurados no mesmo período do ano passado. Já a receita operacional atingiu R$ 2,3 bilhões, crescimento de 17,6% em relação aos R$ 2 bilhões registrados no ano anterior.

O resultado espelhou o crescimento de 72,1% na receita de suprimento de energia, consequência da maior alocação de energia no mercado de curto prazo realizado pela subsidiária Copel Geração e Transmissão em janeiro. “A estratégia compensou, em boa medida, o maior custo com energia comprada para revenda, que subiu 39,5% em relação ao mesmo período do ano anterior”, explica o presidente da Copel, Lindolfo Zimmer.

A receita com fornecimento de energia aumentou 26,8%, em razão, principalmente, do crescimento de 216,7% do montante destinado ao mercado livre da Copel Geração e Transmissão.

LAJIDA – Nos primeiros três meses do ano, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida) atingiu R$ 664,9 milhões, 10,4% a mais que ao apresentado no mesmo período do ano anterior, de R$ 602,1 milhões.

O resultado financeiro foi de R$ 73,8 milhões, em virtude do aumento das receitas financeiras, de 13,8%, e da redução das despesas financeiras em 36,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior. As menores despesas decorreram, basicamente, da revisão do valor justo do ativo financeiro da Copel Distribuição, que em 2012 apropriou, de modo não recorrente, R$ 42,6 milhões neste quesito por imposição da Resolução Aneel n.º 474/12.

Em 31 de março, o ativo total da Copel alcançou R$ 21,4 bilhões, montante 1% superior ao registrado em 31 de dezembro de 2012.

MERCADO – O fornecimento de energia elétrica da Copel, composto pelas vendas no mercado cativo da Copel Distribuição e as vendas no mercado livre da Copel Geração e Transmissão, registrou expansão de 8,9% entre janeiro e março. O mercado cativo apresentou queda de 2,3% e foi responsável pelo consumo de 5.776 GWh, enquanto o mercado livre da Copel Geração e Transmissão cresceu 216,7%, com consumo de 1.009 GWh no período.

O consumidor cativo, maioria dos domicílios, se situa na área de concessão da distribuidora, da qual compra energia com tarifa definida pela Aneel. Já o consumidor livre é o que, atendendo a critérios legais, optou por comprar sua energia diretamente de um comercializador, gerador ou distribuidor de energia, a um valor negociado.

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