Redação

02.07.13 - DIA DE LUTA

Divulgação Força Sindical

As centrais sindicais do Brasil vão promover em 11 de julho o Dia Nacional de Luta, com mobilizações, paralisações e greves. Os atos estão sendo programados separadamente pelas centrais, que se reúnem essa semana para definir a agenda completa do dia. Em São Paulo, há a previsão de fechamento das principais rodovias.

O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT) participou em São Paulo, de uma plenária com os sindicatos que integram a central para definir uma agenda prévia das ações do Dia Nacional de Lutas.
Será um protesto pela falta de atendimento das reivindicações. Segundo ele, três anos depois de a presidente Dilma ser eleita, nada da pauta trabalhista foi cumprido. O presidente da Força garantiu que as manifestações serão pacíficas.

“Informamos que as manifestações serão generalizadas em todo o Estado, com muita organização. Se tiver alguma pessoa infiltrada, com a intenção de fazer atos de vandalismo, nós mesmos avisaremos a polícia”, afirmou o presidente da Força Sindical, o deputado Paulinho da Força (PDT).

Além das centrais sindicais, a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) devem realizar atos por todo o Brasil.

Entre as reivindicações estão:

* Fim do Fator Previdenciário
* Jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial
* Reajuste digno para os aposentados
* Mais investimentos em saúde e educação
* Transporte público de qualidade
* Fim do Projeto de Lei 4330 que amplia a terceirização
* Reforma Agrária
* Fim dos leilões do petróleo
* Combate à inflação
* Recuperação das perdas do FGTS

“O governo não cumpriu a promessa de colocar em prática o nosso projeto, que visa o desenvolvimento do País. Precisamos, portanto, no dia 11 de julho, mostrar força e organização, fazer um grandioso protesto e avançar nossas propostas trabalhistas e sociais”, afirmou Miguel Torres, vice-presidente da Força Sindical.