Na última partida realizada no Couto Pereira, Marquinhos Santos, técnico do Coritiba, no empate com o Operário de Ponta Grossa, recebeu várias críticas.

Ora, a mais contundente dessas críticas foi contra a retirada do atacante Arthur para a entrada do volante Júnior Urso. Qual a consequência deste ato? O time alviverde ficou mais fortalecido defensivamente, além de possibilitar ao meia Alex ficar com mais liberdade ofensiva. E só não aconteceram outros gols para o Coritiba, graças às intervenções do goleiro Silvio, do Fantasma, sem querer dar muita ênfase à falta de competência dos finalizadores.

Agora, me responda, caro torcedor, qual a responsabilidade do técnico numa situação como essa? Querem os mais desavisados que o comandante abandone a posição dele e entre em campo para decidir a demanda? Paciência! Até quando o torcedor, no calor da emoção, revolta-se contra o técnico, sem maior compreensão dos fatos, vai lá! Agora, quando essa atitude parte de quem se intitula analista profissional de futebol, tudo se torna muito complicado. Sem maiores comentários.

Para encurtar a conversa, o resultado final não teve nada a ver com a substituição. Diferentemente disso, é tudo paixão ou segundas intenções. É isso.