O quinto mandado de prisão expedido no caso das mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UT I) do Hospital Evangélico foi cumprindo nesta segunda-feira (25). Uma enfermeira que trabalhava na equipe de Virginia Soares de Souza, de 59 anos, se apresentou com um advogado, por volta das 14h30. Ela, assim como outros três envolvidos presos, estão detidos por meio de um mandado de prisão temporária de 30 dias. Já a doutora Virginia está detida por conta de um mandado de prisão preventiva, que dura três meses.

No sábado, oDepartamento da Polícia Civil informou que a Justiça concedeu cinco mandados de prisão relativos à investigação feita pelo Núcleo de Repressão aos Crimes contra a Saúde (Nucrisa) sobre o trabalho da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Segundo nota divulgada à imprensa, são mandados de prisão temporária por 30 dias contra pessoas que trabalhavam na UTI. Três médicos foram presos. A quinta decisão judicial converteu o mandado de prisão temporária de 30 dias em prisão preventiva contra Virgínia Soares de Souza, 59 anos, presa desde a última terça-feira (19). Mais informações sobre o inquérito não podem ser repassadas pois o processo segue sob sigilo de Justiça.

Segundo a delegada titular do Nucrisa, Paula Brisola, ficou esclarecido que a médica exercia de fato a função de diretora da UTI, mas ela não é intensivista, por isso quem assinava por ela como chefe da UTI era outro médico.