Em continuidade às operações em estabelecimentos comerciais, a Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU), coordenada pela Polícia Militar do Paraná (PMPR), realizou na noite de quinta-feira (28/02) e sexta-feira (01/03), em Curitiba (PR), capital do estado, a fiscalização de 12 estabelecimentos comerciais, dos quais nove foram interditados imediatamente, sendo que os outros dez, que seriam fiscalizados, estavam fechados no momento da abordagem. Nos dois dias, foram 41 autuações administrativas emitidas, 477 pessoas abordadas, três detidas e um veículo apreendido.

Na quinta-feira (28/02), foram sete estabelecimentos vistoriados, destes cinco foram interditados e outros cinco estavam fechados no momento da fiscalização. Foram emitidas 25 autuações administrativas por irregularidades diversas, além de 232 pessoas abordadas e três veículos, sendo três infrações de trânsito emitidas e um veículo apreendido.

Um café, no centro da cidade, foi notificado pela Secretaria Municipal do Urbanismo por desvirtuamento do ramo, tendo a paralisação imediata das atividades; também foi notificado pela Vigilância Sanitária por precariedade da higiene e adequações nas instalações físicas, pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por falta de licença ambiental e pela Polícia Civil por falta de alvará.

Um bar, no bairro Rebouças, foi notificado pela Secretaria Municipal do Urbanismo por desvirtuamento do ramo tendo a paralisação imediata das atividades e o Conselho de Segurança de Edificações de Imóveis (Cosedi) lavrou uma notificação para que, no prazo de dez dias, seja apresentado um laudo técnico.

Uma boate, no bairro Rebouças, foi notificada pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de alvará tendo a paralisação imediata das atividades; também foi notificada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por falta de licença ambiental, o Corpo de Bombeiros recolheu o certificado de vistoria para que sejam realizadas adequações nas instalações físicas e a Setran lavrou um auto de trânsito.

Uma casa noturna, na região central, foi notificada pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de documento vinculado e recebeu um auto de infração para regularização das instalações físicas. O estabelecimento também foi notificado pelo Cosedi por falta de laudo técnico e pela Polícia Civil por falta de alvará.

Um clube de show estava em dia com a documentação e durante a vistoria não sofreu alterações.

Um bar, no centro da capital, foi notificado pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de alvará e por obstruir a calçada com mesas e cadeiras, tendo a paralisação imediata das atividades e foi orientado pela Vigilância Sanitária a solicitar a licença sanitária após regularizar o alvará; também foi notificado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente para cumprimento da lei Ambiental Sossego Público, o Corpo de Bombeiros concedeu um prazo de 30 dias para que seja providenciado certificado de vistoria, a Polícia Civil emitiu uma notificação por falta de alvará e a Setran lavrou dois autos de trânsito e recolheu um veículo.

Um bar, no bairro Batel, teve a paralisação imediata das atividades pela Secretaria Municipal do Urbanismo por desvirtuamento do ramo e terá que pagar uma multa por descumprir notificação anterior; também foi notificado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por falta de licença ambiental, o Corpo de Bombeiros concedeu um prazo de 30 dias para que seja providenciado certificado de vistoria e a Polícia Civil emitiu uma notificação por falta de alvará.

Sexta-feira

Na sexta-feira (01/03), foram cinco estabelecimentos vistoriados, destes quatro foram interditados e outros cinco estavam fechados no momento da fiscalização. Foram emitidas 16 autuações administrativas por irregularidades diversas, além de um veículo e 245 pessoas abordadas, sendo três detidas.

Um bar, na Cidade Industrial, foi notificado pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de certificado de vistoria e seis pacotes de cigarros foram apreendidos, tendo a paralisação imediata das atividades; a Vigilância Sanitária lavrou um auto de infração por permitir o uso de fumígero e notificado por possuir condições precárias de higiene; também foi notificado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por descumprir a lei Ambiental Sossego Público, o Corpo de Bombeiros concedeu um prazo de 30 dias para que seja providenciado certificado de vistoria e a Polícia Civil emitiu uma notificação por falta de alvará.

Uma distribuidora de bebidas, na Cidade Industrial, foi notificada pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de Documento Vinculado (LISA) e a Vigilância Sanitária lavrou um Termo de Intimação por falta de Licença sanitária com prazo de dez dias para regularização nas instalações físicas.

Um outro bar, na Cidade Industrial, foi notificado pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de alvará, a Vigilância Sanitária lavrou um auto de infração por permitir o uso de fumígero e um Termo de Intimação por falta de Licença sanitária com prazo de 20 dias para regularização nas instalações físicas; também foi notificado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por falta de licença ambiental e paralisação imediata da atividade sonora, e o Cosedi lavrou uma notificação para que, no prazo de dez dias, seja apresentado um laudo técnico.

Um bar, no mesmo bairro, foi notificado pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de alvará tendo a paralisação imediata das atividades, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente notificou a retirada do equipamento sonoro e paralisação imediata da atividade sonora do estabelecimento, a Fundação de Ação Social fez duas orientações e o Corpo de Bombeiros concedeu um prazo de 30 dias para que seja providenciado certificado de vistoria; a Polícia Civil lavrou uma notificação por falta de alvará e a Vigilância Sanitária emitiu um auto de infração por não possuir licença sanitária, por precariedades nas condições de higiene e um termo de Interdição temporária.

Uma boate, na Cidade Industrial, foi notificada pela Secretaria Municipal do Urbanismo por falta de alvará tendo a paralisação imediata das atividades, a Vigilância Sanitária lavrou um termo de intimação por falta de licença sanitária, autos de infração por precariedades de higiene, necessidades de adequações nas instalações físicas e termo de Interdição temporária; também foi notificado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente por falta de licença ambiental, pela Polícia Civil por falta de alvará, pelo Corpo de Bombeiros que concedeu um prazo de 30 dias para que seja providenciado certificado de vistoria, a Fundação de Ação Social fez uma orientação e a Polícia Militar encaminhou três pessoas ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão Sul (CIAC/SUL) por manter casa de prostituição.

E um bar, no Prado velho, estava em dia com a documentação.