A taxa dedesempregona Região Metropolitana de Curitiba (RMC) para março, de 3,8%, foi 15,5% menor que a registrada no mês anterior (4,5%) e que as outras seis regiões avaliadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cuja média ficou em 5,7%. A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é feita pelo IBGE e pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

Pelo instituto nacional são avaliadas as regiões metropolitanas de Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). Com exceção de São Paulo, as outras apresentaram acréscimo na taxa de desemprego. A RMC está com o a região metropolitana de menor taxa de desocupação, seguida da de Porto Alegre, com 4%.

Somente em Curitiba, há 6.500vagasabertas, em todos os setores. Nos primeiros três meses do ano, foram abertos no Estado 45.370 postos de trabalho. Em março, foram 17.488 empregos novos. “A criação de empregos é resultado das políticas públicas de atração de investimentos e ao bom ambiente de negócios implantado pelo governador Beto Richa”, afirmou o secretário do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Claudio Romanelli. O diretor do Centro Estadual de Estatística do Ipardes, Daniel Nojima, explicou que a redução da taxa de desocupação na RMC está associada a aumentos de contratações em setores como a indústria e serviços, acompanhados de estabilidade do volume de ocupações nos setores de comércio e construção civil.

“O aumento global do número de pessoas ocupadas também foi favorecido pela ampliação da parcela das pessoas em idade ativa que buscam o mercado de trabalho. O indicador que explica essa relação – a taxa de atividade – superou novamente o patamar de 60%”, informou Nojima. A estimativa do volume de pessoas ocupadas com carteira assinada na região de Curitiba cresceu 4,7% entre fevereiro e março.

Veja a comparação das regiões metropolitanas no arquivo anexo.