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Bruna está desaparecida desde o dia 25 de julho – Foto: Divulgação

do site aRede.com, de Ponta Grossa

Hoje completa onze dias do desaparecimento da estudante universitária Bruna Mainardes, de 27 anos de idade, em Ponta Grossa. Acadêmica do curso de Radiologia de uma faculdade particular, foi vista pela última vez no dia 25. Ela residia em uma pensão em frente ao Hospital Santa Casa de Misericórdia, no centro.

De acordo com a mãe. Rosana Mainardes Ferreira, a moça sumiu depois de embarcar em um ônibus na Rodoviária com destino ao município vizinho de Castro. “O que sabemos é que ela foi vista entrando no ônibus. Nós moramos em Piraí do Sul. Para chegar até aqui é necessário pegar duas conduções – uma até Castro e outra para Piraí. O problema é que ela não chegou”, afirma. A estudante usava um sobretudo, sapatilha, calça jeans e óculos de grau. Um Boletim de Ocorrência (B.O) foi registrado na 13ª Subdivisão Policial (SDP).

Rosana conta que a filha sofre de depressão há vários anos. Apesar do diagnóstico, ela não concorda em tomar a medicação necessária para o controle da doença. “A Bruna acredita que se tomar os remédios vai engordar”, comenta a mãe. “Por conta disso, eu creio que ela teve um surto e está perdida por aí. Meu coração de mãe diz que ela está viva”, completa.

Após avisarem a Polícia do desaparecimento, a família foi até o quarto em que Bruna morava. “Neste local todas as coisas estavam intactas. Nada foi mexido. Até os documentos estavam lá”, contou a mãe. “Nós também tentamos contato pelo celular, mas só dá desligado”, complementou. Buscas em hospitais e até no Instituto Médico Legal (IML) foram realizadas, sem sucesso.

Bruna possui dos filhos – uma menina de três anos de idade e um garoto de seis anos de idade. As crianças vivem com a avó em Piraí. O pai da desaparecida, que era Investigador de Polícia, morreu há três anos.

Cartazes estão sendo espalhados

Amigos de Bruna Mainardes estão espalhando cartazes pela faculdade e em diversos pontos da cidade. Quem tiver informações pode entrar em contato pelo telefone (42) 9856-5014. A mãe, Rosana Mainardes Ferreira, faz um apelo para que a população ajude nas buscas. “O que eu mais quero é encontrar minha filha. Qualquer informação ajuda”, finalizou.

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