Felipe Ribeiro e Adilson Arantes

O vereador Rogério Campos (PSC), que já trabalhou como motorista e cobrador de ônibus e representa a categoria na Câmara Municipal de Curitiba, reclamou da não indicação do seu nome para compor a CPI da Urbs. Em entrevista ao jornalista Adilson Arantes na tarde desta segunda-feira (1), o vereador garantiu que a indicação do líder do seu partido, Mestre Pop, foi arbitrária e que não houve consulta aos demais membros da legenda.

01.07.13 - ROGERIO CAMPOS

Foto: Divulgação CMC

“Eu, como motorista e cobrador, acredito que entendo um pouco desse assunto que a CPI está investigando, mas fiz questão de deixar claro que arbitrariamente não me deixaram participar da CPI”, disse.

Segundo Campos, se a CPI for até o fim e investigar os custos com clareza, certamente a passagem poderá ter os custos repassados ao usuário reduzidos. “Primeiramente eu acredito que quem deveria administrar o transporte público seria a Prefeitura, não uma empresa, cheguei até a solicitar essa questão em fevereiro. Tenho certeza que sobrará uma gordurinha para o usuário a CPI for bem feita”, disse.

Na primeira reunião da CPI, que aconteceu na tarde de hoje, o regimento interno foi aprovado. Uma nova reunião está marcada para a próxima quinta-feira (4).