A satisfação de estudar e de trabalhar em uma escola nova é geral entre alunos, professores e funcionários do Colégio Estadual Geraldina da Mota, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Desde março deste ano mais de 300 alunos estudam no novo prédio, que está recebendo os últimos acabamentos.

A nova escola construída pelo Governo do Estado era esperada pela comunidade escolar há quase 10 anos. Antes disso, as aulas aconteciam em um barracão improvisado. Agora, são 10 salas de aula, salas administrativas e pedagógicas, refeitório e quadra coberta.

“Estamos no céu. Melhorou muito o nosso trabalho. A estrutura do outro prédio era muito precária e limitava as atividades”, contou a professora de Educação Física, Paula Amanda Fragoso.

O colégio conta também com espaços para lazer dos alunos e para o contraturno. Outra melhoria foi na quadra, antes improvisada e que agora é quadra coberta. “Estávamos ansiosos para usar a quadra nova. Era uma coisa nunca tivemos e era muito ruim, porque não dava para jogar bola direito”, disse o aluno Wabdon Lopes de Souza Junior, do 7° ano.

Para aqueles que preferem atividades mais calmas, a escola conta com mesas de xadrez e de pingue-pongue no pátio. “É completamente diferente dar aula aqui. Comparado ao que era, é como estar em um mundo novo, diferente, espaçoso”, disse a professora de Arte, Tatiana Hasse.

Além dos professores e alunos, a nova estrutura também melhorou o trabalho dos demais funcionários da escola. É o caso da merendeira Denise do Rocio Naconecny, que agora trabalha em uma cozinha grande e repleta de equipamentos novos.

“Chovia bastante na cozinha antiga e antes de começar a trabalhar tinha que secar tudo. Era bem complicado, não tinha ventilação. Agora é outra coisa. Além do espaço, nós também temos equipamentos novos o que facilitou bastante o nosso trabalho”, disse Denise.

COMUNIDADE – A comunidade escolar organizou uma comissão composta por pais, alunos e professores para acompanhar as obras da nova unidade. Após a conclusão da obra, a comissão vai se reunir para verificar o resultado final. Para o presidente da comissão, Antônio Moreno Arroio, que tem dois filhos que estudam na escola, o novo prédio está de acordo com o que os pais esperavam.

“Não queremos nem lembrar do outro prédio. É passado. Agora, a realidade é bem diferente”, disse. Antes de começarem as aulas, a direção, professores e os pais conversaram com os alunos sobre os cuidados que eles deveriam ter com a escola, uma forma contribuir para preservar uma conquista tão aguardada pela população.