Por Marina Sequinel e Flávia Barros

(Fotos: Divulgação)

Todo mundo sabe que, ao ouvir o barulho de sirenes, vidas estão em perigo e precisam ser salvas. A população de Curitiba e região metropolitana está acostumada com as ambulâncias do Siate e do Samu, brancas e vermelhas. O problema é que, com a renovação da frota desde o dia 21 de novembro, as equipes sentem dificuldades de trafegar pela cidade até os casos mais graves.

“Nós recebemos duas picapes Amarok, com as cores branca, azul e verde, que se deslocam de forma mais rápida. No entanto, na prática, percebemos que os motoristas não reconhecem os veículos e, por isso, não dão passagem às ambulâncias. Precisamos que a população se sensibilize, já que nesses automóveis estão os socorristas, enfermeiros e médicos que atendem os casos mais graves”, disse o médico do Samu e Siate, Márcio Nogarolli, em entrevista à Banda B.

Segundo o Código Nacional de Trânsito, deixar de dar passagem às ambulâncias, quando em serviço de urgência e identificadas por dispositivos como sirenes e iluminação vermelha, é infração gravíssima, sujeita à multa de R$ 191,54 e sete pontos na carteira. Independente da cor da viatura, o correto é deixar a passagem livre pela faixa do lado esquerdo, deslocando-se para a direita.