O vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns, visitou nesta sexta-feira (26) as novas instalações do Centro Estadual de Educação Agrícola da Lapa, Sul do Estado. A ampliação teveinvestimentode R$ 3,2 milhões, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

“É uma ampliação importante, principalmente por se tratar de uma escola que funciona em regime de internato também”, disse Arns. Outros R$ 150 milhões estão sendo investidos pelo Governo do Estado para a construção, reforma e ampliações de escolas que têm educação profissional.

A escola atende alunos que moram em municípios distantes que não contam com transporte escolar. Com a ampliação, serão beneficiados 96 estudantes que permanecem na escola. “O colégio agrícola é muito importante, e essa obra refletirá no desenvolvimento do nosso município”, disse a prefeita Leila Klenk.

Foram construídos três novos dormitórios. Cada quarto conta com camas, armários individuais, sala de estudos com mesas e cadeiras e banheiro. Os novos prédios contam ainda com salas de reunião e sala multiuso com sofás, televisão, livros, jornais e revistas, além de utensílios domésticos. “Temos uma sala de estudo dentro do próprio dormitório, antes precisávamos ir até o refeitório para estudar”, contou o aluno Wanderson Mendes Soares.

ENSINO – O colégio recebeu acervo bibliográfico para os cursos técnicos de agropecuária. Atualmente o colégio atende cerca de 220 alunos que cursam o ensino médio integrado com formação profissional. Quando concluem o curso, os estudantes recebem o diploma de técnico em agropecuária ou em floresta.

Os alunos também têm aulas de línguas estrangeiras no Centro de Línguas Estrangeiras Modernas (CELEM) como complemento das atividades propostas pela escola.

Também foram entregues uma unidade para o processamento de leite e equipamentos para os laboratórios específico de agropecuária e padrões de biologia, química, e física. O colégio vai receber também equipamentos para o laboratório específico de agroindústria da carne.

“Esses equipamentos são importantes porque os professores não ficam presos apenas na parte teórica. Eles podem mostrar para os alunos na prática os conceitos vistos em sala e isso facilita o aprendizado”, disse o professor de Horticultura, José Luiz de Castro.

Quando não estão em sala de aula, os jovens participam de palestras educativas sobre conservação do patrimônio público, reuniões com a comunidade escolar e oficinas de artesanato.