Do Portal UOL

Tabu até mesmo nas mesas de bar, a masturbação agora chegou à esfera corporativa. Não foi sem estranhamento que duas pesquisas nos EUA levantaram a questão e foram tema de análise de especialistas. No Brasil não é diferente. O UOL procurou uma sexóloga e um advogado para saber o que está em jogo numa prática que todo mundo cala, mas que muitos escritórios conhecem.

(Foto: Reprodução)

No começo de 2017, psicólogos ouvidos pelo jornal “Metro” britânico afirmaram que a masturbação no trabalho poderia ser bastante positiva, uma vez que seria uma potente arma contra o estresse. Antes disso, um artigo da revista eletrônica norte americana Ravishly declarou que “masturbação era o novo ’intervalo para o cigarrinho’” e, em 2016, a Guyfi, uma empresa que oferecia cabines com wifi para que os homens pudessem “se aliviar” em Nova York divulgou que 40% dos trabalhadores da cidade se masturbavam no trabalho.

Mas pode?

“A priori e de forma objetiva sim, a masturbação no ambiente do trabalho poderá gerar uma demissão por justa causa”, diz o advogado e professor de Direito, Marcelo Melo. O artigo 482, alínea “b” da CLT deixa claro que “constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador: incontinência de conduta ou mau procedimento”.

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