Da Redação

radio-debate(Foto: Geovane Barreiro – Banda B)

A chegada de um bebê na família traz uma infinidade de bons sentimentos. Mas também pode causar às mulheres medo, insegurança e muitas dúvidas. Diante deste momento único, o respeito à vontade da mãe é o que deve prevalecer.

Este é o chamado parto humanizado, que não se trata de uma técnica nova, mas sim do aceitamento daquilo que a mulher quer. Seja no hospital ou em casa, é fundamental que a futura mãe tenha um suporte emocional para tornar o momento o mais tranquilo possível. Esse é o assunto do programa Banda B Rádio Debate que vai ao ar neste domingo (23) a partir das 12h.

Humanizar o parto é dar liberdade às escolhas da mulher, prestar um atendimento focado em suas necessidades, e não em crenças e mitos. É a mãe quem deve escolher onde ter o bebê, qual acompanhante quer ao seu lado, de que forma quer se movimentar, andar, sentar, decidir qual posição é melhor na hora do nascimento. Sobretudo, ter o bebê nos braços segundos após dar à luz.

Isso não significa que o parto cesárea ou com intervenção médica não possa ser humanizado. O parto cesárea existe para salvar vidas, mas não deve ser a grande maioria dos partos como acontece hoje e, sim, como em último caso.

Como as unidades de saúde lidam com essa situação hoje em Curitiba? Alguns locais adotaram métodos de assistência para melhorar a qualidade no atendimento às mulheres. Mas será que isso é suficiente? As futuras mães têm, afinal, consciência de que elas podem e devem tomar as decisões que mais lhe agradam nesse momento tão importante da vida?

Todas essas questões serão debatidas nesta edição do programa. Os convidados são o médico obstetra e ginecologista Dr. Álvaro Silveira Neto, a enfermeira obstetra e gerente da maternidade Bairro Novo, Karen Godarth, e doula Patrícia Bortolotto.

Ouça a chamada no player abaixo:

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