A polêmica voltou para a Avenida do Batel. O motivo da discussão agora são os bancos de madeira instalados em alguns pontos da via. Ninguém sabe ao certo quanto custou cada banco, mas especula-se que o preço deve ter sido alto por se tratar de madeira maciça. “Parece coisa chique, de madeira boa, deve ter custado bem caro”, disse na manhã desta segunda-feira a diarista Joana Goançalves, que passava pela rua.

Outro motivo de polêmica é que os bancos “escorregam”. Isso mesmo. As pessoas que usaram o equipamento disseram que você senta e vai escorregando, escorregando, escorregando…até cair. “Tá parecendo um escorregador. Será que vão arrumar?”, questionou um morador, sem se identificar.

Segundo a prefeitura, os bancos não foram instalados de forma definitiva ainda e por isso, há um desnível. Eles serão fixados de forma correta assim que a instalação for concluída, o que deve ocorrer até o final dessa semana

A prefeitura informou também que o custo de cada um dos 38 bancos de mdeira maciça certificada da Avenida Batel custou R$ 1.750,00, com um total de R$ 66,5 mil. Cada banco está instalado a cada 50 metros e dos dois lados da avenida.

Calçadas

A primeira polêmica nas obras da Avenida Batel surgiram no início do ano, quando os operários começaram a colocar granito nas calçadas. Como o material é considerado muito caro, houve protestos. O projeto havia sido definido pela gestão anterior, de Luciano Ducci. A nova gestão, de Gustavo Fruet, resolveu manter o granito onde os blocos já haviam sido instalados, e trocar o restante do material por concreto, de custo menor.