Um ano e dez meses depois de ser montado em frente a Sede da Justiça Federal, no bairro Ahú, em Curitiba o acampamento em apoio à Lava Jato foi desmontado nesta segunda-feira (29). A relações públicas do movimento, Narli Rezende, comentou que manter o acampamento se tornou inviável pelas constantes ameaças e até agressões que a ela e outra manifestante receberam.

“Nós estamos encerrando um ciclo de apoio constante a Lava Jato. Decidimos encerrar o espaço físico devido às ameaças que estamos sofrendo, inclusive com tentativas de atropelamentos. Como as condenações estão saindo, sabemos que esse pessoal é vingativo e violento, então tememos pela nossa segurança”, descreveu Narli.

A manifestante garantiu que o movimento continua pelas redes sociais e também em ações pontuais.
“Vamos manter as nossas pautas, que são convergentes com a Lava Jato. Encerramos um ciclo e iniciamos outro, porque a nossa bandeira jamais será vermelha”, concluiu.