Da Redação

Estação em Março e agora em Maio. (Foto: Reprodução)

Estação em Março e agora em Maio. (Foto: Reprodução)

Após meses de espera e muitas reclamações, a estação-tubo Bento Viana voltou a operar normalmente nesta quarta-feira (21). Localizada na Avenida Sete de Setembro, no bairro Batel, em Curitiba, ela foi motivo de várias reclamações à Banda B ao longo do período que esteve fechada, devido ao deslocamento até as estações Silva Jardim ou Coronel Dulcídio.

A estação agora tem 20 módulos, cinco portas e área interna de 54,1 metros quadrados, quase três vezes mais do que a anterior que tinha três portas e área de 18,9 metros quadrados. De acordo com a prefeitura, nos próximos dias serão feitas colagem de adesivos de itinerário, logomarca e nome da estação e ajustes finais em equipamentos, o que não impede a operação. No local param os biarticulados da linha Santa Cândida/Capão Raso que transportam, por dia, em torno de 170 mil passageiros.

A nova estação faz parte do projeto de desalinhamento do eixo Norte/Sul, iniciado em 2012 e sua implantação sofreu uma série de atrasos, o que gerou notificação extrajudicial à empresa responsável e o estabelecimento de um novo cronograma que previa a entrada da Bento Viana em operação até o fim desse mês.

No total, foram desalinhadas 32 estações no trajeto entre o início da canaleta das avenidas Paraná e João Gualberto até o final da canaleta da Sete de Setembro.

No ano passado foram concluídas as obras que estavam pendentes, e recolocadas em funcionamento estações que haviam sido desativadas no início de 2012, como a Fernando de Noronha e Constantino Marochi, além da retirada e recolocação de outras em todo o eixo.

As estações foram retiradas de operação de forma gradativa e em pontos distantes para reduzir o impacto na operação do transporte. No final do mês passado, entrou em operação a estação tubo Antonio Cavalheiro, no bairro Cabral, que também foi ampliada, passando de uma área interna de 13,5 para 18,9 metros quadrados.

Notícia Relacionada:

Mesmo com promessa, estação-tubo Bento Viana continua só no ‘esqueleto’