A Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária comemora os resultados do serviço público e gratuito de intermediação de mão de obra em 2012. De janeiro a dezembro, as 220 Agências do Trabalhador do Paraná disponibilizaram 368 mil vagas de emprego. É o melhor desempenho da região Sul e o segundo do país, à frente dos estados do Rio Grande do Sul (138.659) e Santa Catarina (80.367). O número de candidatos colocados no mercado formal de trabalho também superou os estados do Sul – foram mais de 118 mil pessoas.

De acordo com o secretário de Estado do Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, a economia do Paraná vive um circulo virtuoso, com a geração de empregos crescente, impulsionada principalmente pela indústria de transformação. “Em fevereiro de 2013, foram criadas 15.857 vagas com carteira assinada, nos garantindo a posição de terceiro estado que mais gerou empregos. Isso mostra que o Paraná mantém a economia aquecida com a criação de novos postos de trabalho, gerando emprego e renda ao trabalhador”, destacou.

Outros fatores que medem o desempenho das agências são o grau de atratividade e grau o de eficiência. Na comparação com os estados do Sul, o Paraná também superou os índices. O grau de atratividade, que corresponde ao número de vagas captadas e disponibilizada por meio das agências do trabalhador, foi de 23,9% no Paraná, índice que ficou em 6,8% em Santa Catarina e em 9,4% Rio Grande do Sul. Isso significa que foram abertas 458% mais de vagas no Paraná do que em Santa Catarina e 265% mais vagas que no Rio Grande do Sul, superando, inclusive, a média nacional de 14,9%.

Já em relação ao grau de eficiência – que mede o número de trabalhadores colocados no mundo do trabalho – o Paraná também obteve o maior índice (7,7%), em comparação com Santa Catarina (1,4%) e o Rio Grande do Sul (1,9%). Na comparação com a produção nacional de 3,5%, o Estado atingiu o dobro.

A coordenadora estadual de Intermediação de Mão de Obra, Angela Carstens, atribui o desempenho do Paraná ao grande trabalho da secretaria, que tem um programa de qualificação continuada de seus agentes públicos, e à grande capilaridade de unidades de atendimento em todo o Estado. “O nosso objetivo é diminuir a distância que separa um trabalhador de uma oportunidade de emprego. Esse é o papel da intermediação. Ao mesmo tempo em que se abre uma vaga de trabalho, é preciso pensar também na qualificação do trabalhador e recolocá-lo no mundo do trabalho”, explicou a coordenadora.