O advogado Elias Mattar Assad, que faz a defesa da ex-chefe da UTI Virgínia Helena Soares, afirmou em nota enviada à imprensa na manhã desta terça-feira (26) que desde a tarde de ontem os telefones do seu escritório jurídico foram “misteriosamente” cortados e que sua equipe técnica suspeita de grampos ilegais. Segundo Assad, o telefone de seu instituto, Instituto Elias Mattar Assad de Práticas Profissionais (IEMAPP) também foi cortado. Apesar de fazer a denúncia, o advogado preferiu não acusar ninguém.

A suspeita de grampos ilegais do advogado se dá, segundo a nota, pela defesa que faz da Dra. Virgínia. “Hoje, faremos protocolo de pedido de providências na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), pois entendemos que retaliações e desrespeitos contra advogados agridem a Democracia e o Estado Democrático de Direito. O direito de defesa de qualquer acusado, inclusive da médica Virginia Helena Soares de Souza, se dá como atributo da cidadania”, afirma.

Para concluir, o advogado disse que sua equipe aguardou ontem e reclamou hoje na Anatel (protocolo 9596082013) pois as linhas continuam mudas. “Nosso técnico de informática declarou também que tentaram invadir nossos arquivos e dados telemáticos neste final de semana. Somente não conseguiram pelo fato de nosso programa ser criptografado”, diz.