Vida de bandido vale mais?

Falando de Segurança

Cel Jorge Costa Filho

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Vídeo mostra a reação do PM ao atirar nos ladrões em SP – Reprodução

 

Circulou pelas redes sociais um vídeo onde um motorista de UBER em São Paulo, ao ser assaltado por três elementos reagiu e matou os três marginais.

O que a principio é um fato que merece ser observado como um ato de defesa da própria vida e que independente de ter sido tirada a vida de três pessoas, o que matou é um cidadão trabalhador e os que morreram eram marginais.

Mas o mais espantoso alguns posicionamentos declarando que ao se analisar a ação, era preferível que o motorista tivesse morrido, pois aí ao invés de três famílias estarem chorando, apenas uma família estaria.

Sou contra a violência mas não tenho como pensar que a vida de um um assaltante deve ter mais valor que a vida de um tabalhador.

Me desculpem os defensores dos direitos humanos, mas isso é uma vergonha.

Onde já se viu alguém pensar que a vida de marginais deve ser preservada e a de um trabalhador deve ser menosprezada, e dizer que o que vale é apenas a quantidade sem se importar com quem está certo e quem está errado. Não importa quem está trabalhando e quem está roubando.

São esses comportamentos e posturas que estão a cada dia fazendo com que a criminalidade aumente e a polícia se sinta cada vez mais acuada e receosa de cumprir seu dever, pois sempre aparecem esses “defensores” dos marginais, mas não vemos aparecerem os defensores do cidadão de bem e nesse rol incluímos os policiais, que arriscam diuturnamente as suas vidas em prol da sociedade e estão sendo sempre tachados como violentos enquanto que os marginais e assassinos são sempre tachados como vítimas da sociedade.

Enquanto não nos posicionarmos e definirmos o que queremos. Uma sociedade justa e correta ou um sociedade que apenas defende marginas e quando um bandido morre vão em passeata ver a sua família e ver o que precisam e até arrumar advogado para entrar com ação contra o Estado, mas quando um cidadão de bem é morto por um marginal, não aparece ninguém e a sua família é relegada a sua própria sorte.

E nunca esqueçam que a participação de cada um é fundamental para a melhoria do todo.

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