Por Pedro Melo com informações de Monique Vilela

Wagner Lopes afirmou que o Paraná ainda pode melhorar. (Monique Vilela/Banda B)

Sete gols em dois jogos. Esse é o desempenho do Paraná que empolgou a sua torcida no início da temporada. Antes da partida contra o Foz do Iguaçu, o técnico Wagner Lopes surpreendeu e mudou praticamente toda a equipe – apenas Eduardo Brock, Igor e Ítalo jogaram as duas partidas.

Lopes explicou que trabalha a mesma filosofia de jogo com todos os jogadores e lembrou que o Tricolor tem uma maratona logo no começo do ano por três competições diferentes – Campeonato Paranaense, Copa do Brasil e Primeira Liga. “A gente já tinha esse planejamento em mente para ver os jogadores que temos no elenco. Deixa um lado do cansaço e que temos cinco jogos neste mês e sete no outro. É um planejamento que temos para dar oportunidade aos mais jovens e foi acertado”, comentou.

O treinador acredita que o rodízio é importante para manter todo o elenco motivado. “As convicções que temos é para ser executado por todos. Pode mudar a peça, mas a postura e entendimento precisam ser iguais. Claro que isso motiva o jogador. Dessa maneira todos querem representar bem a instituição e colocar o seu melhor dentro de campo. O sucesso coletivo traz retorno individual”, destacou.

Para a próxima rodada contra o Cianorte, o comandante confirmou que deve mexer mais uma vez na escalação e colocar os jogadores que estiverem nas melhores condições físicas. “Muitas decisões que tomamos é baseado na fisiologia, medicina esportiva e o cansaço. Muitas informações nos ajudaram para tomar as decisões. Temos um equipamento que monitora o cansaço do jogador e a possibilidade de lesão. Já vou estudar o Cianorte, ver os jogos deles, escolher a estratégia e colocar as peças mais descansadas em campo”, concluiu.

Confira a coletiva do técnico Wagner Lopes: