Por Pedro Melo com informações de Monique Vilela

Leonardo Oliveira espera contar com o apoio da torcida também no estadual. (Monique Vilela/Banda B)

A torcida do Paraná comprou a ideia de ‘decisão’ na partida da Copa do Brasil e bateu o recorde da temporada na Vila Capanema. Com a promoção da entrada gratuita de mulheres, 9.481 torcedores estiveram presentes para acompanhar a classificação do Tricolor por 2 a 0 sobre o Bahia.

Logo após a partida, o presidente Leonardo Oliveira agradeceu o apoio de todos os paranistas e admitiu que não esperava uma grande procura por ingressos. “Eu queria agradecer as pessoas que vieram porque foi uma noite muito bonita para nós. Tivemos um grande movimento na bilheteria e isso não esperávamos. Pedimos desculpas para os torcedores que tiveram dificuldades para entrar no estádio e prometemos melhora para o próximo jogo em casa. Pedimos voto de confiança para o torcedor também no Campeonato Paranaense”, afirmou.

Em apenas três meses de trabalho do técnico Wagner Lopes, o Paraná conseguiu a vaga na terceira fase da Copa do Brasil e ainda lidera o Campeonato Paranaense. O mandatário paranista está satisfeito com o trabalho da comissão técnica e também do departamento de futebol, mas ainda mantém os pés no chão para evitar qualquer frustração no futuro.

“É empolgante e não surpreendente. Trabalho dessa comissão, de todos os profissionais dessa diretoria. É fruto do trabalho e claro que ainda não alcançamos o sucesso do nosso projeto. Ainda não dá para tirar o pé do chão, já tive essa experiência anteriormente e foi traumático. É manter a união do clube e mais importante até que o resultado dentro de campo”, disse o presidente.

A grande prioridade do Paraná na temporada é o acesso para a Série A do Brasileirão e alguns jogadores importantes, entre eles o meia Renatinho, têm contrato somente até o final do estadual. Oliveira declarou que espera contar com todos para o restante do ano e ressaltou que o ambiente dentro do clube pode ser um fator importante para a permanência dos atletas. “Não existem como se precaver sem ser com os contratos, mas o mais importante para segurar os jogadores é o ambiente. A maior preparação é ficar ligado no mercado”, opinou.