Monique Vilela/Banda B
“Eu quero colocar na cabeça da torcida paranista que podemos fazer o estádio mais moderno de Curitiba”, disse o candidato no Balanço Esportivo

Já confirmado como candidato à presidência do Paraná Clube, o conselheiro Ivan Ravedutti participou do Balanço Esportivo desta quinta-feira (3). Líder da chapa Força e União Tricolor, Ravedutti confirmou a possibilidade de o ex-mandatário do clube, José Domingos, compor o grupo de oposição como candidato a vice-presidente de futebol. “É um nome que nos agrada bastante”, destacou Ravedutti.

O candidato destacou a importância do patrimônio paranista e disse que pretende implantar na torcida a esperança de construção de um estádio mais moderno. “Temos um potencial de receita muito grande. Podemos definir em que estádio queremos jogar. Eu quero colocar na cabeça da torcida paranista que podemos fazer o estádio mais moderno de Curitiba”, disse.

Para o candidato da oposição as recentes conquistas do Paraná como ter sido o último time do Paraná a ter sido representante do estado na Copa Libertadores podem ser fatores que impulsionem o crescimento no ano que vem. “Não vamos antecipar medidas em cima de hipóteses. Vamos trabalhar em cima de fatos”, finalizou.

Situação ainda não tem presidente definido

A oposição para as eleições presidenciais do Paraná Clube já está formada. Sob o comando do conselheiro Ivan Ravedutti, a chapa Força e União Tricolor é composta por membros que nunca ocuparam cargos de diretoria no clube, mas ainda não sabe contra quem vai concorrer nas eleições que acontecem no próximo dia 9 — ou 10, caso a data seja alterada. Isso porque a grupo de situação do Paraná Clube ainda não foi definido, segundo o vice-presidente de finanças do clube Celso Bittencourt.

Em entrevista àBanda B, o dirigente contou que o candidato a presidente ainda não foi escolhido, mas que existe a possibilidade de a chapa não contar com Aramis Tissot e Aquilino Romani, responsáveis pela administração do clube em 2011. “A gente está tentando uma solução para o bem do clube, então não é só lançar, tem que vir com alguma solução”, disse Bittecourt.

Para o vice de finanças, faltou apoio do torcedor na temporada. “Nossa torcida precisava entender o momento do Paraná, porque se fosse um momento normal, tudo bem, mas quando a situação não é normal fica difícil. Então a torcida tinha que ter entendido isso e ter apoiado um pouco mais”, lamentou.

Bittencourt contou, ainda, que a possibilidade de fusão com alguma outra chapa é praticamente nula. “É difícil porque nosso grupo é muito formatado e fica difícil segmentar isso agora. Mas com certeza se eles [a oposição] forem os eleitos, terão todo nosso carinho e apoio”, comentou. Segundo o dirigente, a proposta da situação será baseada em um planejamento que separe o futebol da parte social do clube. “De forma bem segmentada, com orça separado para administrar melhor”, completou.