O julgamento que vai definir o futuro de Paraná Clube e Rio Branco no Campeonato Paranaense foi adiado. Isso porque o advogado do Leão da Estradinha, Domingos Moro, estava sem voz e apresentou atestados médicos ao presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), Peterson Morosko, que aprovou o pedido. Sem a possibilidade de defender o clube frente aos procuradores, Moro conseguiu que o julgamento seja realizado na próxima segunda-feira (26), às 19h.

“Não há prejuízo nenhum com a adiação do processo”, afirmou Morosko à Banda B. Opinião compartilhada pelo presidente do Conselho Deliberativo do Paraná, Benedito Barbosa. “O adiamento foi justo, minha expectativa é de que semana que vem ele aconteça da melhor forma possível”, completou. O advogado de defesa do time parnanguara apresentou dois atestados médicos para justificar seu pedido junto ao TJD-PR.

O representante jurídico do Paraná Clube, Itamar Côrtes afirma que a defesa tricolor está confiante no julgamento com a nova composição de auditores do tribunal. “O Paraná está otimista para o julgamento. Acreditamos em uma vitória na próxima segunda-feira”, avaliou, otimista.

O caso

Na semana que vem, o Rio Branco volta ao banco dos reus para ser julgado pela escalação irregular do atacante Adriano de Oliveira Santos. No Paranaense, o jogador estava registrado como Adriano Oliveira dos Santos e foi escalado por seis partidas. Caso seja punido, o Leão pode ser enquadrado no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (escalar jogador irregular) e perder até 22 pontos. A punição devolveria o Paraná Clube à elite do futebol estadual e rebaixaria o Rio Branco.