Divulgação/Paraná Clube
Jogador foi artilheiro do Paulista no segundo torneio mais importante de São Paulo com dez gols, mas no Paraná ainda deve boas atuações

Muita coisa mudou desde que Hernane chegou ao Paraná Clube. Com 25 anos, o atacante foi contratado por empréstimo junto ao São Paulo, no fim de julho, e desembarcou na Vila Capanema como esperança de gols para o time que, na ocasião, ainda desfrutava a tranquilidade de figurar entre os quatro primeiros da Série B. Hoje, na 10ª colocação e sete pontos distante do que foi realidade em grande parte do primeiro turno, o Paraná ainda sonha com o acesso e Hernane com o reencontro com as redes.

“Eu, particulamente, penso que o Paraná foi muito mexido, perdeu muitas peças importantes, como Rone Dias, Welington, Dinelson e improvisou muito jogador”, justificou o jogador, ao tentar explicar a oscilação que o Tricolor experimentou na Série B.

Artilheiro do Paulista de Jundiaí na Copa Paulista de 2010, com dez gols, o atacante foi um dos destaques do time no segundo torneio mais importante realizado entre os times de São Paulo. Entretanto, no Paraná, a história tem sido diferente. Hernane só deu o ar de seu lado artilheiro uma vez desde que passou a vestir a camisa Tricolor, na derrota para o Salgueiro por 2 a 1.”É a primeira vez que eu passo por essa fase, mas isso só se supera com gols. Mesmo sem querer, a gente cria ansiedade, mas isso aí é superação”, desabafou o atacante, que aposta numa arrancada na reta final do Brasileirão.

Confirmado ao lado de Marinho na dianteira que recebe o São Caetano, neste sábado (29), Hernane destacou que ao ocupar o posicionamento mais fixo de Giancarlo na área, pretende ser o elemento surpresa do Tricolor no ataque. “Eu posso esperar pra dar o último passe ou até um rebote”, avisou.

A Banda B transmite Paraná x São Caetano a partir das 16h deste sábado (29) com narração de Paulo Sérgio.