Por Guilherme Coimbra com informações de Monique Vilela

Igor espera jogo difícil contra o PSTC (Monique Vilela/Banda B)

Os onze que vão começar o jogo no Paraná Clube são sempre uma incógnita. Novamente com a rotatividade que virou marca registrada na equipe do técnico Wagner Lopes, o Tricolor enfrenta o PSTC, fora de casa, neste domingo (19), pelo Campeonato Paranaense. Titular no duelo contra o JMalucelli, no último fim de semana, o lateral Igor Cariús deve ceder o lugar a Kaike na posição em Cornélio Procópio. Independente se irá jogar ou não, Cariús confia no entrosamento do elenco e espera jogo difícil fora de casa contra o PSTC.

É como muitos falam, agora temos que trocar o chip. Temos um jogo muito difícil fora de casa contra o PSTC, sabemos que eles são um time enjoado jogando no seu estádio, com o campo pequeno. Foi igual quando jogamos contra o São Bento, tivemos que sair para o jogo e acabamos conseguindo fazer o gol no final. Temos que ir com esse mesmo intuito, indo atrás dos três pontos”, avaliou Igor em entrevista na tarde desta quarta-feira (15) no CT Ninho da Gralha.

Igor destacou as características da equipe de se preocupar primeiramente com a marcação e, apesar da liberdade para avançar, prefere auxiliar no sistema defensivo. “É como o Wagner Lopes sempre passa para nós, primeiro tem que pensar em marcar. O time marcando bem e não tomando gol, naturalmente fará na frente. Marcando gols lá na frente e com a nossa defesa sólida, nós vamos sair com os três pontos”, disse. “Tenho liberdade também, mas não muito. Eu gosto de segurar na linha de quatro”, concluiu.

Em atividade desde o segundo dia do ano, Igor Cariús comentou sobre o entrosamento do elenco paranista e enfatizou o bom convívio com o rodízio no elenco. “É um time muito jovem. Mas, como o Matheus [Carvalho] frisou, desde o dia 2 de janeiro que nós estamos trabalhando bastante. Nos entrosamentos muito rápido, agora é só tocar para frente”, afirmou. “O Wagner Lopes trabalha as duas equipes. Ele realiza um trabalho tático comigo e com o Kaike, que um tem que fazer o que o outro faz. Assim ele trabalha os dois times do mesmo jeito, para todo mundo estar preparado para quando precisar”, finalizou.