Divulgação/Coritiba
Deslocado, Éverton Costa só se encontrou em campo já na etapa complementar contra o Figueira

Rafinha, definitivamente, fez falta. Sem o seu principal armador, o Coritiba sofreu de um vazio no meio campo que acabou comprometendo o trabalho da dupla de ataque, substituída no início do segundo tempo. O empate sem gols com o Figueirense frustrou porque é de vitórias fora de casa que o Coxa precisa para se aproximar do sonho de conquistar uma das quatro vagas para a Libertadores. Objetivo que, segundo o técnico Marcelo Oliveira, ainda é possível.

“Enquanto pudermos chegar, vamos lutar sempre. Agora temos jogos em casa, possiveis de pontuar e encontrar o grupo dos cinco. Não gosto de avaliar a partida, quando você ainda está emocionalmente envolvido”, destacou o técnico, lamentando o resultado que para ele poderia ter sido favorável ao Coxa.

Na ausência de Rafinha, Everton Costa entrou com uma missão que não é sua na essência de sua função. Atacante de ofício, o jogador pouco fez no primeiro tempo, deslocado na meiuca alviverde. “Rafinha faz falta, sim, como o Damião faz para o Inter, por exemplo. O campeonato é desgastante e, infelizmente temos que usar os nossos substitutos até que ele volte”, disse.

Se vencer fora de casa ainda é um tabu para o Coxa, que só conquistou dois triunfos longe do Couto Pereira, o jeito é apostar na boa sequência do time em Curitiba. “Ficar 100% em casa é difícil, mas é possível porque a gente tá jogando muito bem. O que precisamos mudar é fora de casa. Capricha rmais quando estivermos na intermediária, pra que a gente chegue sem sofrimento ao gol”, apontou o treinador.