Mosquito tentava a rescisão na Justiça (Divulgação/Coritiba)

O pedido do atacante Gustavo Mosquito, de 20 anos, para rescindir o seu contrato com o Coritiba, foi negado nesta sexta-feira (16) pelo Tribunal Superior do Trabalho da 9ª Região (TST). Destaque das categorias de base do clube, jogador vem negando a renovação contratual com o clube e pedia a saída através da Justiça. Com a decisão, atleta terá que cumprir o contrato até setembro, quando o vínculo encerra.

A solicitação foi indeferida pela Ministra-Relatoria Maria Helena Mallmann, que considerou que não houve ameaças de coação com o jogador no clube, motivo alegado por Mosquito para solicitar a rescisão do seu contrato com o Coritiba.

“A partir do próprio relato do impetrante, noto que não há ameaça de coação de forma concreta à liberdade de trabalho do paciente. A alegação, em tese, de que o paciente está impossibilitado de se desligar do Coritiba Foot Ball Club não autoriza o manejo deste remédio constitucional extremo. Não há notícia de que o paciente teve tolhida a sua liberdade de trabalho para se transferir para outro clube”, diz a decisão.

A diretoria do Coritiba tentou investidas desde dezembro do ano passado para a renovação contratual do atacante, mas as conversas têm esbarrado nos valores da multa rescisória. Sem nunca ter atuado pela equipe profissional alviverde, Mosquito foi artilheiro da última edição do Campeonato Brasileiro Sub-20, com nove gols marcados, na campanha que terminou com o vice-campeonato do Coxa.